ARTIGO 23

Sou um criador de Galinhas

A FÁBULA DA GALINHA E DA ÁGUIA

Era uma vez, em uma pequena fazenda, um camponês que encontrou um ovo diferente em seu galinheiro. Era um ovo grande, forte e um pouco distinto dos ovos das galinhas comuns. Sem saber do que se tratava, ele o colocou junto aos ovos de uma galinha choca, que o aceitou e o chocou como se fosse um de seus próprios.

Com o tempo, os ovos eclodiram, e entre os pintinhos nasceu uma criatura um tanto peculiar. Ela era maior, mais forte, com penas mais escuras e um bico mais curvo. Era uma pequena águia.

A águia cresceu no meio das galinhas, ciscando o chão em busca de comida, cacarejando e convivendo com elas. Ela imitava tudo o que as galinhas faziam: comia milho, andava arrastando as asas e tinha medo dos cães da fazenda. Nunca tentou voar mais alto que a cerca do galinheiro, pois era isso que as galinhas faziam. Para ela, o mundo se resumia ao chão da fazenda.

Um dia, ao visitar a fazenda, um naturalista ficou espantado ao ver uma águia entre as galinhas. Ele se aproximou do camponês e perguntou: “Por que essa águia está vivendo como uma galinha?”

O camponês explicou: “Ah, ela foi chocada por uma galinha e cresceu com elas. Ela pensa que é uma galinha e nunca tentou ser outra coisa. Ela não sabe voar.”

O naturalista, porém, não se conformou. Ele sabia que a águia tinha um potencial muito maior. Ele pegou a águia, levou-a para um campo aberto e disse: “Você é uma águia! Você não nasceu para ciscar o chão. Você nasceu para voar!”

A águia, assustada, apenas olhou para o chão. O naturalista então a jogou para cima, mas ela apenas agitou as asas desajeitadamente e voltou para o chão, correndo para junto das galinhas.

No dia seguinte, o naturalista tentou novamente. Levou a águia para o alto de uma árvore e a ergueu, encorajando-a: “Voa, águia! Voa!” A águia, relutante, apenas observou as outras galinhas abaixo.

O naturalista não desistiu. No terceiro dia, ele a levou para o topo da montanha mais alta da região. O sol nascia, pintando o céu com cores vibrantes, e o vento soprava forte. Ele ergueu a águia em seus braços, apontou para o sol e disse:

“Olhe, águia! Veja o sol! Você nasceu para isso! Você pertence aos céus, não à terra! Abra suas asas e voe!”

Dessa vez, algo mudou na águia. Talvez fosse a grandiosidade da vista, o vento sob suas asas ou a voz de quem acreditava nela. Ela olhou para o sol, sentiu o vento e, pela primeira vez, abriu suas grandes asas, não para um voo curto e desajeitado, mas com uma força e uma confiança que nunca havia demonstrado. Ela deu um grito, um grito de águia, e alçou voo, subindo cada vez mais alto, em direção ao sol, desaparecendo no azul do céu.

Ela nunca mais voltou para ciscar com as galinhas. Ela finalmente descobriu sua verdadeira identidade e o seu propósito.

DE QUEM É A RESPONSABILIDADE DO PLANO DE CARREIRA?

Essa história, tão simples, ganha contornos dramáticos quando a transportamos para o mundo profissional. Recentemente, ouvi de um profissional de RH a frase:

“Sou especialista em criar galinhas na minha empresa.”

E, por mais chocante que pareça, essa mentalidade é um sinal alarmante de ambientes que, em vez de nutrir o potencial, o aprisionam. Esta foi a frase mais impactante que ouvi na pós-graduação que estou cursando, e foi dita por um profissional de RH. Ele comentou abertamente que as políticas de retenção de talentos, benefícios, capacitação, entre outras, têm o objetivo de “criar galinhas”.

Infelizmente, poucos ainda entenderam este tema. Durante todo o período em que atuei como gerente de SSMA, frequentemente era procurado por colaboradores que me indagavam sobre a existência de seu plano de carreira. Eu procurava explicar que ele havia deixado de ser um objetivo das empresas, devido à dificuldade de capacitação e aos custos envolvidos, e que isso era feito somente para cargos estratégicos.

Nesse momento, eu observava a reação e compreendia que a preocupação da grande maioria dos profissionais era obter apenas uma promoção que significasse aumento de salário.

Esse tipo de pensamento abriu ao mercado a possibilidade de utilizar políticas de retenção, políticas salariais (meritocracia) e pacotes de benefícios para reter quem interessa à empresa, porém, sem preocupação alguma com o desenvolvimento e crescimento do profissional.

Agora, chegou o momento de você tomar consciência, sem julgar um ou outro, mas olhar para si e se ver deixando-se tratar como “galinha” ou “águia”, e tomar, de forma livre e responsável, a ação que você deve.

Há duas situações que preocupam no mundo corporativo, que são:

Situação 1: você é levado a pensar que está crescendo profissionalmente, achando que está sendo valorizado com um bom salário, benefícios e planos de carreira e de retenção, mas, na verdade, está sendo mantido por um simples interesse… o da empresa.

Situação 2: outro ponto é quando você se sente limitado, sem autonomia, com sua criatividade podada e seu desenvolvimento estagnado; podemos até falar que está literalmente encostado e sem perspectiva alguma de crescimento.

Claramente, na situação 2, você já está sendo tratado como galinha e, pior, está deixando-se tratar como tal. Uma ação é necessária para interromper o processo e permitir que você volte a se desenvolver.

A situação 1, porém, é menos óbvia, mas tão ou mais desastrosa que a segunda, pois o profissional é envolvido numa bolha de ilusão que, ao se romper, trará o profissional à realidade e o tornará apenas mais um candidato no disputado mercado de trabalho.

Em especial, profissionais de SSMA (Segurança do Trabalho, Saúde Ocupacional e Meio Ambiente) – que por natureza deveriam ser proativos e visionários – precisam estar atentos a qualquer um destes movimentos.

Em seguida, vamos desvendar os cinco sinais claros de que você pode estar em um ambiente que, intencionalmente ou não, está limitando seu voo e transformando sua águia interior em uma galinha. Prepare-se para identificar esses padrões, reconquistar seu protagonismo e finalmente voar na direção que seu potencial sempre prometeu.

O paradoxo de “reter talentos” enquanto se “cria galinhas” é uma das maiores hipocrisias que vejo no mundo corporativo, e que impacta diretamente a longevidade e a qualidade das carreiras.

Muitas empresas, e seus RHs, implementam o que chamam de “estratégias de retenção de talentos”. No papel, parecem ótimas: planos de carreira, programas de desenvolvimento, reconhecimento. Mas, na prática, quando a cultura subjacente é a de “criar galinhas”, essas estratégias se tornam meras fachadas, ferramentas para manter as pessoas “no galinheiro”, e não para fazê-las voar. Vamos explorar como isso acontece!

“ESTRATÉGIAS DE RETENÇÃO" QUE CRIAM GALINHAS

1.Planos de Carreira Rígidos e Engessados (“Escada” do Galinheiro)

  • A promessa: “Temos um plano de carreira claro para você!”

Esses planos são frequentemente lineares, verticais e inflexíveis, sem considerar os diferentes potenciais e aspirações. O “avanço” é apenas para o próximo degrau da mesma escada, dentro das limitações da empresa. Não há espaço para o desenvolvimento de habilidades transversais, para a movimentação para outras áreas (mesmo que haja sinergia) ou para a criação de novas funções. O profissional é condicionado a seguir um caminho predeterminado, sem autonomia para explorar outros voos. Ele é “retido” por uma ilusão de ascensão que o mantém sempre dentro da cerca do galinheiro. Na realidade, a cenoura desse processo é o aumento salarial, e não o desenvolvimento profissional.

Impacto no profissional

  • Gera frustração, estagnação e a sensação de estar preso em um ciclo repetitivo.
  • Ele sabe o que vem a seguir, mas não o que poderia ser.
  • Salário alto significa altas competências; se não houver paridade entre elas, a recolocação fica muito difícil. Já ouviu falar: “Não me recoloco, pois o meu salário era alto e hoje o mercado paga pouco”?

2. Programas de Desenvolvimento e Treinamento Genéricos (“Ração Balanceada” do Galinheiro)

  • A promessa: “Investimos no seu desenvolvimento!”

A empresa oferece treinamentos “de prateleira”, focados em habilidades básicas ou em temas que não necessariamente alavancam o potencial individual do colaborador. Os cursos são generalistas, sem personalização ou conexão com as aspirações de “águia” do profissional. Há uma preocupação em “nivelar por baixo” para garantir que todos “caiam na mesma caixa”, em vez de identificar e potencializar as fortalezas e diferenciais de cada um. O objetivo é que o funcionário se mantenha “funcional” para a operação, e não que se torne um especialista de ponta ou um líder inovador. O investimento em treinamento tem por objetivo somente os interesses da empresa.

Impacto no profissional

  • Ele adquire conhecimentos limitados, que não o preparam para desafios maiores ou para assumir um protagonismo real.
  • Sente-se alimentado, mas não nutrido para o voo.
  • Terá dificuldades em se recolocar num mercado tão competitivo.

3. Sistema de Reconhecimento e Recompensas Focados na Conformidade (As “Migalhas” do Galinheiro)

  • A promessa: “Valorizamos quem se destaca!” – A meritocracia

O reconhecimento é dado a quem segue as regras à risca, quem não questiona, quem entrega o básico e mantém o status quo. A inovação, a proatividade, o pensamento crítico e a busca por soluções fora da caixa são frequentemente vistos com desconfiança ou até punidos, porque desestabilizam o “galinheiro”. As recompensas financeiras ou de promoção são vinculadas a um sistema de mérito que favorece a obediência e a baixa visibilidade, e não à performance que realmente agrega valor ou ousa ir além.

Impacto no profissional

  • Desestimula a iniciativa, a criatividade e a tomada de riscos.
  • O profissional aprende que é “mais seguro” ser uma galinha obediente do que uma águia que tenta voar.
  • Dificuldade em decidir pelo próprio crescimento, o que o torna “cego”.

4. “Cultura de Portas Abertas” sem Poder de Decisão Real (A “Pintura Decorativa” do Galinheiro)

  • A promessa: “Sua voz é importante!”

As empresas podem ter “caixas de sugestões” ou “canais de comunicação abertos”, mas as opiniões e as ideias dos colaboradores raramente resultam em mudanças significativas, especialmente se elas desafiam o modelo existente. Há um espaço para “desabafar”, mas não para “transformar”. A voz do colaborador é ouvida, mas não empoderada. Essa pseudoabertura mantém a ilusão de participação, enquanto o poder de decisão permanece rigidamente centralizado.

Impacto no profissional

  • Gera um sentimento de impotência e desilusão.
  • O profissional percebe que suas contribuições genuínas não são valorizadas, reforçando a ideia de que seu papel é apenas executar, não pensar.
  • Canais de Ética viram canais de reclamação e você passa a ser perseguido por quem não tem sua capacidade.

5. Ambientes de Trabalho “Confortáveis” sem Desafio (O “Confinamento Aconchegante” do Galinheiro)

  • A promessa: “Um ótimo lugar para trabalhar!”

A empresa cria um ambiente “aconchegante”, com benefícios básicos e uma rotina previsível, que oferece uma falsa sensação de segurança. O foco não é desafiar o colaborador a crescer ou a sair da zona de conforto, mas sim mantê-lo satisfeito com o mínimo necessário para não buscar outras oportunidades. Não há projetos desafiadores, inovação real ou oportunidades para assumir riscos calculados. O medo de “perder a estabilidade” mantém as pessoas presas, mesmo que infelizes.

Impacto no profissional:

  • Leva à complacência, à perda da paixão e, eventualmente, à estagnação profissional.
  • O profissional passa a viver na Zona de Conforto… a Zona da Morte profissional.
  • A águia esquece como esticar as asas.

A VERDADEIRA RETENÇÃO DE TALENTOS: CULTIVANDO ÁGUIAS

Defendo que a verdadeira retenção de talentos não é sobre construir um galinheiro mais confortável, mas sim sobre criar um ecossistema onde as águias possam desenvolver suas asas, aprender a voar cada vez mais alto e se sentir seguras para explorar novos céus. Isso significa:

  1. Investir em desenvolvimento individualizado, focado nas aspirações e no potencial de cada um.
  2. Oferecer autonomia e protagonismo, permitindo que as pessoas tomem decisões e liderem projetos.
  3. Reconhecer e recompensar a inovação, a proatividade e a coragem de ir além do esperado.
  4. Promover uma cultura de diálogo real, onde as vozes são não apenas ouvidas, mas empoderadas para gerar transformação.
  5. Oferecer desafios constantes, que estimulem o crescimento e a busca por novas habilidades, inclusive em áreas como a integração de TI em SSMA, que exige uma mentalidade de águia.

Se a estratégia de “retenção” do seu RH se parece mais com um galinheiro, é hora de questionar se você está sendo retido ou aprisionado. Suas asas merecem o céu.

CRIAÇÃO DE GALINHAS NA CARREIRA EM SSMA

1. Limitação do potencial individual: o SSMA reduzido ao “ciscar”

Se você é um profissional de SSMA e se sente limitado a tarefas puramente operacionais e reativas, como preencher planilhas, acompanhar vistorias básicas ou apenas “apagar incêndios” após incidentes, sem espaço para análise crítica, planejamento estratégico ou propostas de melhoria contínua, você pode estar sendo “criado como galinha”.

  • Falta de Investimento em Desenvolvimento: seu conhecimento não é atualizado com as novas tecnologias e metodologias (como a integração de TI em SSMA, que defendo fortemente). Não há orçamento para cursos, certificações ou participação em eventos do setor.
  • Atuação Meramente Reativa: você só é acionado quando um problema já aconteceu, em vez de ser incluído na fase de planejamento para evitar riscos.
  • Ausência de Voz Estratégica: suas análises e propostas para melhoria de processos, otimização de recursos ou implementação de novas tecnologias de segurança são ignoradas ou minimizadas. Você não participa de reuniões estratégicas onde decisões importantes são tomadas.
  • Foco Excessivo em Checklists e Papelada: o trabalho se resume a cumprir burocracia sem que haja um real impacto na cultura de segurança ou na saúde dos colaboradores.

2. Fomento da dependência: o SSMA engaiolado

Quando a empresa (ou a liderança) fomenta a dependência, o profissional de SSMA perde sua capacidade de iniciativa e decisão, tornando-se refém da aprovação de terceiros para cada passo. Isso é particularmente perigoso em SSMA, onde a agilidade e a capacidade de intervir são vitais.

  • Exigência de Aprovação para Tudo: mesmo para decisões rotineiras ou de baixo risco, você precisa de múltiplas aprovações, atrasando a implementação de medidas preventivas.
  • Iniciativas Estagnadas: suas propostas de melhoria (por exemplo, implementação de um novo software de gestão de riscos, um programa de bem-estar mais robusto) são constantemente adiadas ou nunca saem do papel por falta de apoio ou empoderamento.
  • Ausência de Autonomia para Intervenção: você se sente impedido de tomar decisões rápidas em situações de risco iminente, esperando por uma autorização que pode não chegar a tempo.
  • Uso de Você como “Guarda”: a empresa o utiliza apenas para fiscalizar e punir, tirando seu poder de convencimento e sua função de educador e facilitador da cultura de segurança.

3. Perpetuação da cultura do chefe abusivo: o SSMA silenciado

Um chefe abusivo, que prefere ter “galinhas” a “águias”, é um obstáculo direto para o avanço da SSMA. Ele pode minar sua autoridade, ignorar sua expertise e até mesmo pressioná-lo a comprometer padrões de segurança ou saúde.

  • Micromanagemento e Desconfiança: seu chefe constantemente questiona suas competências, desconsidera suas recomendações ou o impede de agir sem supervisão constante.
  • Pressão para “Burlar” Normas: você é pressionado a minimizar riscos, “maquiar” dados ou ignorar não conformidades para atender a metas de produção ou reduzir custos, colocando a vida das pessoas em risco.
  • Culpa e Desvalorização: em caso de incidentes, mesmo que a falha seja sistêmica, a responsabilidade é jogada sobre você. Seu trabalho e sua dedicação são constantemente desvalorizados.
  • Ambiente de Silenciamento: seus questionamentos sobre práticas inseguras ou inadequadas são recebidos com hostilidade, e você se sente receoso de levantar preocupações.

4. Ignorância dos princípios de SSMA (saúde ocupacional): o SSMA que adoece

Paradoxalmente, um ambiente que “cria galinhas” afeta diretamente a saúde ocupacional do próprio profissional de SSMA. A frustração, o estresse e a impotência diante de um sistema que não valoriza a segurança e a saúde geram um impacto profundo no bem-estar.

  • Alto Nível de Estresse e Burnout: sentimentos constantes de esgotamento físico e mental, desmotivação e cinismo em relação ao trabalho.
  • Frustração Profissional: você se sente impotente por não conseguir implementar as melhorias que sabe serem necessárias, vivenciando um conflito de valores.
  • Desamparo e Isolamento: há uma sensação de que você está sozinho na luta por um ambiente mais seguro e saudável, sem apoio da liderança ou de outros setores.
  • Problemas de Saúde Relacionados ao Trabalho: doenças psicossomáticas, insônia, ansiedade ou depressão decorrentes da pressão e da ineficácia de suas ações.

5. Prejuízo à inovação e competitividade: o SSMA que trava a empresa

Empresas que “criam galinhas” em seus quadros de SSMA perdem a capacidade de inovar e de se adaptar, tornando-se menos competitivas. Em um mundo onde a conformidade, a sustentabilidade e o bem-estar dos colaboradores são diferenciais, um SSMA reativo e engessado é um atraso, não só para as empresas, mas para o profissional.

  • Resistência à Tecnologia e Dados: a empresa não investe ou resiste à adoção de tecnologias (IoT para monitoramento de segurança, sistemas de gestão integrados, Analytics prevenção de acidentes), que poderiam otimizar seu trabalho e torná-lo mais proativo.
  • SSMA como Centro de Custo, Não de Valor: a área de SSMA é vista apenas como uma despesa obrigatória, e não como um investimento estratégico que agrega valor, previne perdas e melhora a imagem da empresa.
  • Ausência de Proatividade e Melhoria Contínua: não há incentivo ou espaço para a pesquisa e implementação de novas práticas de segurança, saúde ou ambiental que poderiam colocar a empresa na vanguarda do setor.
  • Baixa Taxa de Engajamento em SSMA: a cultura de segurança é fraca, os colaboradores não se engajam e veem a SSMA como uma obrigação imposta, e não como um valor.

CONCLUSÃO: DE GALINHA À ÁGUIA NO SSMA

Se você se identificou com vários desses pontos, é provável que esteja operando em um ambiente que tenta transformá-lo em uma “galinha”. Seu conhecimento em SSMA é vital. Você é um agente de transformação. Comece a buscar a sua autonomia e o seu protagonismo:

  1. Documente e Fundamente: apresente dados, custos de acidentes e benefícios da prevenção.
  2. Busque Aliados: encontre líderes ou colaboradores que compartilhem sua visão e estejam dispostos a apoiar suas iniciativas.
  3. Atualize-se Constantemente: domine as novas tecnologias e tendências em SSMA para se posicionar como um especialista indispensável.
  4. Considere o Seu Futuro: se o ambiente é irremediavelmente tóxico e limitante, avalie se esse é o lugar onde sua “águia” pode realmente voar. A recolocação profissional é um caminho para encontrar um emprego saudável.
Você nasceu para ser águia para proteger e prosperar, tanto para si mesmo quanto para as organizações que serve, assim, jamais permita-se ser tratado como “galinha”.

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